RSS
Este blog não tem grandes pretensões! É apenas o meu espaço para dizer o que penso, sem que ninguém me interrompa antes que eu conclua minhas idéias. ...risos... Seja bem-vindo!

sábado, 3 de abril de 2010

Jesus Cristo Retratado pelas Belas Artes

Jesus Cristo Retratado pelos Mestres
jesus_cristo

É só clicar na descrição da obra para visualizá-la:
- Cristo, o Redentor, de Giampietrino - Museu Bagatti Valsecchi, Milão, Itália.
- Pietá, de Michelangelo Buonarotti - Basílica de São Pedro, Vaticano.
-Cristo com a Cruz, de El Greco - Museu do Prado, Madri, Espanha.
- Desenho, de Rembrandt.
- Flagelação de Cristo (detalhe), de Antônio Francisco Lisboa (o Aleijadinho)
- Deixai vir a mim as criancinhas, de Vogel von Vogelstein - Galeria de Arte Moderna, Florença, Itália.
- Cristo Amarelo, de Paul Gauguin - Galeria de Arte Albright, Knox, Buffalo.
-Cristo de São João da Cruz, de Salvador Dalí - Galeria de Arte e Museu Glasgow, Glasgow, Escócia.
- Corpus hypercubus, 1954, Salvador Dalí
- A Última Ceia - Leonardo da Vinci

Coelhinhos e Ovinhos - Os Símbolos Pagãos da Páscoa - Tão Bonitinhos! Tão Deliciosos!


Pessach, cujo significado é passagem, é o nome da festa judaica em lembrança da libertação dos israelitas da tirania do Faraó, no Antigo Egito. Mas muitas pessoas ainda atribuem o nome à passagem do povo hebreu pelo Mar Vermelho, quando na verdade, é a passagem do "Anjo da Morte", que matou todos os primogênitos do País, desde os filhos dos prisioneiros até o filho do próprio Faraó. Depois desta última das dez pragas enviada por Deus ao Egito, e a pior delas, o povo Israelita foi finalmente libertado pelo Faraó. Que história triste! Quantos inocentes sacrificados!!!
No livro de Êxodo (antigo testamento), encontramos esta passagem, e a recomendação de que fosse sempre relembrada, diz o texto: "Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor. Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua" .

A Páscoa Cristã é um evento diferente, embora com nomes de mesma origem. Jesus Cristo era um judeu, sendo assim, evidente que cumprisse a recomendação de celebrar o pessach. A última ceia de Cristo teria sido um Seder de Pessach, jantar cerimonial judaico em que se recorda a história do Êxodo e a libertação do povo de Israel, e é realizado na primeira noite de Pessach. Segundo a bíblia, a morte de Cristo aconteceu em 14 de Nisã, dia do início de Pessach. Apesar de em alguns anos esta celebração cair no mesmo dia, este é um fato que dificilmente ocorre, pois são calendários diferentes e comemorações diferentes.

A páscoa entre os povos da antiguidade, era a comemoração do fim do inverno, época em que a Europa era terrivelmente castigada com a falta de alimentos, e o começo da primavera, época em que os campos renovados significavam o recomeço da vida. Eostre ou Ostera que simbolizava a fertilidade e o renascimento, segundo a mitologia anglo-saxã, era a "Deusa da Primavera". Dos cultos pagãos dedicados a esta Deusa originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que acabou, talvez pelo fato de representar "renascimento", misturando-se às comemorações judaico-cristãs. Desta Páscoa Pagã surgiram as figuras do coelhinho e ovinhos de páscoa, que em momento algum são mencionados na Bíblia Sagrada, seja ela cristã ou judaica.

Apesar de achar que todas as razões para a comemoração da páscoa sejam igualmente merecidas e relevantes, a páscoa dos cristãos e a páscoa pagã, na forma da Deusa Eostre (onde entra o "nosso amigo coelhinho" e seus "ovinhos"), deveriam ser acontecimentos tão diferentes quantos as celebrações de Páscoas entre Judeus e Cristãos. Afinal, mesmo que caissem no mesmo dia, ainda seriam acontecimentos distintos.
De qualquer forma a tal lenda é muito bonitinha e contém uma moral digna de qualquer livro de literatura infantil. Pena que está sobrepondo-se às celebrações recomendadas por Jesus Cristo, pela maioria daqueles que se dizem cristãos! Mas aí é outra história. Vamos à Lenda de Eostre de onde surgiu a figura da Lebre (que depois passou a ser coelhinho) e os ovinhos (que agora são de chocolate) até porque no fim tudo se encaixa, se harmoniza, de acordo com o "belo espírito cristão"...

 A Lenda de Eostre
"Diz a lenda que Eostre tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse, elas a seguiam e a Deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia. Um dia, Eostre estava sentada em um jardim com suas tão amadas crianças, quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da Deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto maravilhou as crianças. Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não mais podia cantar nem voar. As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a Primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes plenamente pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns momentos. A lebre assim permaneceu até que então a Primavera chegou. Nessa época os poderes de Eostre estavam em seu apogeu e ela pôde transformar a lebre em um pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo. Para lembrar às pessoas de seu ato tolo de interferir no livre-arbítrio de alguém, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua que pode ser vista até hoje por nós. Eostre assumiu vários nomes diferentes como Eostra, Eostrae, Eastre, Estre e Austra. É considerada a Deusa da Fertilidade plena e da luz crescente da Primavera.Seus símbolos são a lebre ou o coelho e os ovos, todos representando a fertilidade e o início de uma nova vida." Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eostre
Seja qual for a origem da comemoração, temos que concordar que o maior importância desta data especial se encontra na possibilidade de nos renovarmos, revendo nossos conceitos e valores, renascendo para novas atitudes. Sendo assim, não faça do Coelhinho e dos Ovinhos a parte mais importante da sua comemoração. Quem deve comemorar os coelhinhos e ovinhos vendidos são os comerciantes. Nós, cristãos ou não, devemos aproveitar para ensinar aos nossos filhos valores morais de extrema importância para a formação de seres humanos. Depois que as crianças acabarem de procurar os ovinhos, que tal contar a história dos Hebreus e a luta de Moisés contra Faraó, a história de Jesus e a historia de Enostre também. Finalize a contação de histórias com uma linda oração e ... Feliz Páscoa!
Agora sim, vamos nos deliciar com os maravilhosos ovos de chocolate! Haja regime!

sábado, 27 de março de 2010

Pulseirinhas do Sexo - Lixo da Globalização


Mais um lixo da globalização tornando-se Tema nas escolas. Santo Deus tanta coisa importante a ser passada e perdemos tempo com isso!!! Chegaram a ligar para a minha escola certa vez pedindo para falar com a coordenação sobre o assunto. Levei um susto: Pulseirinhas do Sexo? Que isso!! Lembrei que havia visto em alunos com 5, 7, 8 anos. Desconfiei que deveria ser mais um dos grandes besteiróis que circulam pela internet, mas mesmo assim fui investigar. Eu havia usado montes delas na década de 80. Era moda. Naquela época nada tinham a ver com sexo, ou tinha e eu não sabia? Bem, o fato é que dizem que surgiram na Inglaterra. Talvez lá eles precisem de subterfúgios para fazer sexo, ou já estejam cansados dos meios normais e queiram variar. Aqui no Brasil era simplesmente moda, como foi nos anos 80 e ponto final. Ou melhor, seria ponto final se a mídia, influenciando os pais, professores e aos próprios jovens, não se encarregasse de dar um significado maior para elas. Quando tomei conhecimento dos fatos comecei de forma informal a conversar com os jovens da escola para saber como adquiriram as pulseiras. Disse que elas haviam sido febre na "minha época", que a moda vai e vem, e por aí fui. Conclusão: a maioria deles haviam ganhado as pulseirinhas da própria mãe, não tinham a menor idéia do que se tratava e muito menos sabiam sobre este tal joguinho do sexo. Gente! Seria EU o instrumento usado para ensiná-los?
Em casa, meu filho de 17 anos, que pode fazer sexo, a hora que bem entender, sem precisar do meu consentimento, pois está bem preparado, também usava uma destas pulseirinhas. Conversei com ele sobre o assunto. Ele deu uma gargalhhada:  - Mãe, jura que isso é um jogo? Como ele não parava de rir. E eu não posso ver ninguém rindo ou chorando, pois tendo a fazer o mesmo, chorava de rir também. Depois fiquei sabendo o porquê da explosão em gargalhadas. Disse ele: -Que risco eu corri! Hoje na escola arrebentei a pulseira de um amigo, e tive que dar a minha para ele...

Ainda brincando, decidimos ir para a internet saber a tal história das pulseirinhas do sexo, curiosos em descobrir qual era o sentido da cor preta (a cor da pulseira do amigo) e a branca que ele havia dado para o amigo. Depois foi uma "zoação" geral, usando a linguagem deles. Meu filho correu para o MSN para contar para o amigo, e depois foram descobrir quais as meninas tinham dado as tais pulseiras a eles (tenho certeza que elas também não conheciam a parte sórdida da brincadeira), pois não sabiam ainda a repercussão do jogo na internet, afinal, eles não visitam os mesmos sites que a gente e não recebem os mesmos emails. Isso é fato!
Aprendi uma grande lição de como usar "uma Pedagoga idiota a serviço da distribuição de conteúdos inúteis". Isso aconteceu no ano passado e ainda hoje se propaga esta "histórinha".
Gente, esquece! Nossos jovens não são tão imbecis, quanto pensamos. Vamos nos preocupar com Drogas, Sexo, Violência, mas de forma responsável, inteligente. Até porque para sermos respeitados e acreditados pelos nossos jovens, precisamos mostrar um certo grau de conhecimento dos fatos, caso contrário não nos darão créditos. Nenhuma menina vai fazer sexo por causa de uma pulseirinha se não quiser fazê-lo. Acorde! Se alguém arrebentar uma pulseirinha de uma menina qualquer e forçá-la de alguma maneira, isso é um estupro. Nenhum pedófilo neste país precisou de  pulseirinha para cometer seus crimes. Ele só precisa de uma criança inocente e de uma família ausente.
Me lembrei que nos anos 90 foi a vez dos jogos de RPG, das tais cartinhas do Digimom, e por aí vai.
A mídia vende seus folhetins, e o pior, nos usa para propagar o "besteirol"! Acho que estamos sendo mais vítimas que nossos próprios filhos. Ai, ai, coitadinho de nós!

terça-feira, 23 de março de 2010

Monteiro Lobato, Jeca Tatu , "Almanaque Fontoura" e minha Mãe - Quarteto Fantástico


“Minha mãe adorada adorava ler.” Não, isso não é um trava-línguas! É apenas a introdução para falar sobre o Jeca Tatu, um dos meus personagens infantis, entre tantos que me foi apresentado pela minha mãe, mas que era o único que, a princípio, não era um personagem infantil!
Monteiro Lobato criou o personagem Jeca Tatu, um trabalhador rural paulista, em sua obra Urupês (1918). A obra, onde está reunida uma série de 14 contos, retira todo o romantismo do caboclo - idealizado por consagrados escritores - através de duras críticas ao abandono e miséria a que eram submetidos os “Homens do Campo” pelas políticas públicas brasileiras. Mas não foi esse Jeca, criado para atacar as elites dominantes, que eu conheci, não. Eu conheci um especialmente feito por Lobato para conscientizar a população brasileira da importância do saneamento básico e de hábitos saudáveis de higiene...
 A história em quadrinhos era publicada em uma revista muito popular na época. Minha mãe era uma das tantas senhoras que corria para a farmácia à espera do Almanaque do Biotônico Fontoura (popularmente conhecido apenas por "Almanaque Fontoura"). O Almanaque teve a sua primeira publicação em 1920 e se tratava de uma simples revista publicitária do Biotônico Fontoura, um produto criado por um farmacêutico chamado Cândido Fontoura. O mais interessante é que era distribuída gratuitamente pelas farmácias do país. Suas páginas recheadas de informações e curiosidades foram idealizadas originalmente por Monteiro Lobato.

Na verdade minha mãe não devia ter a menor idéia de quem era Monteiro Lobato e nada devia saber sobre sua guerra contra as políticas de abandono. Ela nem mesmo devia saber sobre as reinações de Narizinho. Se ainda hoje no Brasil as famílias carentes não têm acesso aos livros como deveriam, imagine em 1935? Nascida no Interior do Estado do Rio de Janeiro, no mesmo ano em que o Almanaque foi publicado pela primeira vez, minha mãe cresceu ouvindo as venturas e desventuras do Jeca Tatu . As histórias contadas por seu pai, homem do campo que, evidentemente, devia se ver no personagem, foram as únicas lidas em uma publicação. Todas as outras, deste grande "Contador de Histórias" foram criadas por ele mesmo, ou por seus conterrâneos. Quando tinha 4 aninhos, minha mãe começou a ouvir no rádio (único meio de comunicação na fazenda), as noções de higiene e saneamento que o personagem Jeca Tatuzinho, recém criado nas rádios, ensinava às crianças. Cresceu com o Jeca e esperando ansiosamente o dia em que conheceria a cidade grande.
Aos 15 anos, minha mãe abandonou os canaviais para morar com sua irmã mais velha na Cidade Maravilhosa, finalmente realizando seu maior sonho: ler e escrever. Não parou mais de ler, mas sempre foi fiel aos almanaques. Depois que viu uma infinidade deles, dos mais variados tipos e assuntos, então! Já não precisava mais ficar esperando pela publicação gratuita nas farmácias, como seu pai fazia em sua pequena Chave do Paraíso. Agora era só ir na esquina que poderia comprar uma infinidade de almanaques, revistas e até livros. Mas mesmo com tamanha diversidade sempre foi fiel ao seu querido Jeca Tatu e sempre voltava nas farmácias em busca do novo número do "Almanaque Fontoura"! Tanto que ele também povou meu universo infantil, mesmo depois de 35 anos. O Jeca, considerado preguiçoso, alcoólico e imbecil, mas que na verdade sofria de amarelão, verminose causada por falta de saneamento e asseio, sempre foi usado para me convencer a tomar banho e escovar os dentes. Afinal, depois de devidamente cuidado o Jeca Tatu se tornava um rico fazendeiro. Até hoje me lembro do último quadrinho no Almanaque, onde todos no sítio do Jeca estavam devidamente calçados. Até o porquinho usava botinas! Que historinha atual, não é?

domingo, 21 de março de 2010

21 de Março - Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial


Em 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, na África do Sul, aproximadamente 20.000 negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. Apesar de ser uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão assassinando 69 pessoas e ferindo 186 pessoas. A Organização das Nações Unidas - ONU - instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial em memória dessa selvageria, conhecida como " Massacre de Shaperville".
A independência da Etiópia, em 21 de março de 1975, e da Namíbia, em 21 de março de 1990, ambos países africanos, também foram conquistas importantes que influenciaram na escolha da data para se comemorar a luta pelo fim da Discriminação Racial.
Segundo a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Normas de Discriminação Racial da ONU "Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública" (Art. 1). Lendo o artigo, observamos que não estamos nem na metade do caminho para eliminar de vez da sociedade toda e qualquer forma de discriminação racial...
 Podemos comemorar as leis criadas para proteger os discriminados, afinal, mesmo que não se mude a consciência de uma pessoa preconceituosa, a lei a obriga a mantê-la devidamente escondida nos recôndidos de sua alma. É fato, no entanto, que ainda temos um longo caminho de conscientização pela frente. Existe um processo velado de exclusão presente em nossas atitudes. Entre as crianças é mais fácil percebê-lo, pois ainda não se intimidam com as penalidades legais. Em anos passados quando estava na moda promover concursos do tipo "Beleza Negra", a escola onde trabalho teve a infeliz idéia de realizar um desse infames concursos. O resultado foi que ele não pode ser realizado, pois nenhuma das meninas se considerava "negra". Intitulando-se "morenas" simplesmente não poderiam se increver em um concurso para Negras. Quer coisa mais separatista que um concurso realizado só para Negras. Por que? Será que uma Negra não tem a menor chance em um concurso para "Brancas". Ah! Esqueci que não pode ser realizado um concurso só para "Brancos"! Talvez não se quisessem colocar os jurados (todos professores) em uma situação constrangedora, fazendo-os ter que escolher entre uma menina branca ou negra, ou morena, como queiram. Talvez até pior, para ser "politicamente correto" escolhessem uma menina negra, mesmo que não fosse a mais bonita, ou simpática, na tentativa de mostrar para todos na escola que não existe lugar para peconceito no nosso ambiente. Este tipo de equívoco tem que ser corrigido o quanto antes. A verdade é que não se conserta um erro com outro. Existe tantas formas saudáveis de se promover a inclusão, a conscientização e finalmente o fim da discriminação, mas no Brasil sempre se escolhe os extremos. Não preciso dizer que sou completamente contra esse movimento de Valorização do Negro através da imposição de conceito e valores. A começar pelo fato que uma Branca pode tingir seu cabelo da cor que quiser, pode enrolar, alisar, raspar, já a negra que alisa seus cabelos está negando a raça! Quanta intransigência! Mulher é mulher, independente da sua raça. Não é este o caminho para o fim da discriminação racial. Muito pelo contrário, atitudes como essa fomentam o preconceito. Mas como é melhor tentar e errar do que não tentar, nossa luta apenas começou, o caminho é longo, e os primeiros passos, mesmo que falseados, já foram dados. Agora é seguir em frente e derrumar as barreiras do preconceito racial, seja contra o Negro, ou contra o Branco, contra o Iraniano, ou contra o Brasileiro... Xiiii!!! Preconceito contra a própria raça é passível de punição legal? Se for, muitos brasileiros vão parar atrás das grades! Dia 21 de março, Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial, afinal, somos todos iguais não apenas perante a lei, ou perante Deus, somos iguais através de comprovação científica e ponto final!
“Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem; lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize.”  Boaventura de Souza Santos
Related Posts with Thumbnails
Protected by Copyscape Plagiarism Tool

 
Copyright 2009 Professora Maluquinha Powered by Blogger
Blogger Templates created by Deluxe Templates
Wordpress by Ezwpthemes