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Este blog não tem grandes pretensões! É apenas o meu espaço para dizer o que penso, sem que ninguém me interrompa antes que eu conclua minhas idéias. ...risos... Seja bem-vindo!

sábado, 28 de novembro de 2009

Enfeites de Natal

Esses são fáceis e bonitinhos:





sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Os Reis Magos




OS REIS MAGOS


Ainda que sua festa só se celebra no início de janeiro, tem uma relação muito forte com o Natal. Os chamados Reis Magos, eram inicialmente representados como dois, quatro ou seis personagens, que eram apenas "magos". A partir do século IV prevaleceu o número de três e somente no século VI aparece o título de "reis". No século XVI surgiram as características raciais, identificando-os com os filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, que, após o dilúvio povoaram toda a terra. Assim Baltasar, negro, representa a África. Melquior, branco, a Europa, e Gaspar, a Ásia.

Os Reis Magos que levaram seus presentes, OURO, INCENSO e MIRRA, ao Menino Jesus, se tornaram posteriormente também portadores de presentes, em geral limitados a necessidades da vida cotidiana, como alimentos, guloseimas, etc. Só no século XIX, os Reis Magos se tornaram distribuidores de presentes às crianças.

OURO

O ouro, considerado um "metal nobre", desde os tempos mais antigos, simboliza a realeza: poder, majestade, riqueza...

- Oferecendo OURO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Realeza. Esta Realeza, unida à sua Divindade (veja mais adiante "INCENSO"), recorda o Reino de Deus que Ele anunciaria durante os três anos de sua vida pública...

INCENSO

O incenso é uma resina produzida por algumas árvores orientais. Pura ou misturada com outras resinas ou produtos aromáticos, era queimada enchendo o ambiente de agradável aroma. Seu uso era freqüente como símbolo de adoração a Deus e das orações que, como a fumaça do incenso, subiam aos céus. Mas também era usado como purificador de espaços fechados, como é o caso do antigo e famoso "Botafumeiro" da Catedral de Santiago de Compostela (Espanha).

- Oferecendo INCENSO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Divindade e o adoravam...

MIRRA

Como o incenso, a mirra é uma resina. Ela é produzida por uma espécie de espinheiro. É amarga e produz a quem a consume, efeito anestesiante. O evangelista Marcos (15,23) conta que os soldados que crucificaram Jesus, ofereceram-lhe vinho misturado com mirra... Mesmo que às vezes é apresentada como símbolo da imortalidade, porque era usada para embalsamar os corpos, simboliza o ser humano, sua fragilidade, seu sofrimento, suas dores, suas amarguras, etc... Enfim, a vida mortal tal como ela é...

- Oferecendo MIRRA ao Menino Jesus, os Magos reconheciam nele o Deus-Homem, que, como ser humano, estava sujeito a todas as contingências humanas...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Curiosidades Natalinas


Símbolos do Natal







A origem da Árvore de Natal se remonta a um ou dois milênios antes de Cristo. Naquele tempo muitos povos indo-europeus que estavam se espalhando pela Europa e pela Ásia, cultuavam as árvores como a expressão das forças fecundantes da natureza. Inicialmente o "roble" (carvalho) era considerado a árvore-rei. Como no inverno perdia as folhas, seus galhos eram cobertos de adornos para compensar esta perda. Segundo uma lenda, no século VIII, quando um "roble" "sagrado" venerado pelos pagãos caiu sobre um abeto que, apesar do golpe, ficou de pé, este foi proclamado a "Árvore do Menino Jesus". Tomou-se sua forma triangular como símbolo da Santíssima Trindade. Mas, a atual árvore de Natal se originou na Alemanha por volta do século XVI. Só no século XIX começou a espalhar-se pela Europa e depois pelo resto do mundo. A ornamentação da Árvore de Natal tem seu precedente nos antigos adornos do '"roble".



A tradição do presépio começou no século XIII, quando São Francisco de Assis, instalou, dentro de uma gruta, um presépio onde colocou uma imagem do Menino Jesus, e ao lado um boi e um jumento vivos. Neste cenário celebrou-se a missa de Natal de 1223. O sucesso foi tão grande que o costume de montar presépios, usando pequenas figuras, se espalhou rapidamente pela Itália e por toda a Europa. No Brasil entrou por iniciativa do frade franciscano Gaspar de Santo Agostinho.







Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas. Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.





A vida do bispo Nicolau não foi nada fácil por causa das perseguições do Imperador romano Diocleciano aos cristãos. Enterrado em Myra onde morreu, seu corpo foi levado por marinheiros italianos para Bari na Itália, no século IX. Sua devoção se estendeu pelas cidades costeiras do Mediterrâneo e depois por toda a Europa. A devoção a São Nicolau se popularizou tanto que foram construídas milhares de igrejas em sua homenagem. A Rússia o escolheu como seu principal padroeiro. Era também o padroeiro das jovens, dos navegantes, dos padeiros, das crianças, dos estudantes e dos encarcerados. Como sua festa se celebrava no dia 6 de dezembro, no século XIII, começou a ser relacionada com o Natal. No norte da Europa São Nicolau se transformou num simpático velhinho de barba e longa capa (imitando as vestes que teria como bispo) que distribuía brinquedos às crianças bem comportadas. Seu nome, abreviado, se converteu em Santo Claus. No natal de 1931, o desenhista americano, Haddon Sundblon, aproveitou a figura do santo para fazer propaganda de Coca-cola, vestindo-o de vermelho, transformando-se assim no atual Papai Noel



Também tem a ver com São Nicolau o simbolismo das Meias utilizadas como enfeites:



"Em Patras, cidade onde nasceu São Nicolau, havia três irmãs cujo pai estava arruinado. Por isso elas não tinham dote para se casar. O pai, então, muito contristado, decidiu, segundo o costume da época, vendê-las à medida que chegava a idade de casá-las. Quando ia ser vendida a primeira, São Nicolau ficou sabendo do que acontecia e, de noite, aproximou-se às escondidas da janela da cozinha da casa das irmãs, abriu-a, e vendo uma meia pendurada a secar junto à lareira sob a chaminé, jogou dentro uma bolsa cheia de moedas de ouro. A mesma coisa fez com a segunda irmã. O pai, admirado, quis descobrir o que estava acontecendo, e, quando chegou a vez da terceira irmã, ficou espiando durante toda a noite. Dessa maneira reconheceu o bispo Nicolau e contou a todo o mundo a sua generosidade. Esta lenda deu origem à sua fama de distribuidor de presentes e às meias como lugar de recebê-los."

Fonte:
http://www.muraljoia.com.br/02csimbolnatal.htm

Os símbolos do Natal



Dando continuidade aos símbolos natalinos...


ENFEITES DE NATAL:





SINOS

Os sinos são símbolos de júbilo e alegria pelas festas de Natal. Com elas se enfeita não só a árvore de Natal, mas também as portas das casas, etc. Várias canções de Natal falam dos sinos como manifestação desta alegria natalina.


VELAS

As velas, agora substituídas por lâmpadas e pisca-piscas, são um importante símbolo do Nascimento de Jesus, que é a Luz do Mundo. Uma vela acessa simboliza não apenas a Luz de Cristo, mas também a luz que cada um deve projetar na sua própria vida e nas dos demais. Simbolizam também a purificação. As velas estão muitas vezes adornadas com fitas, desenhos, etc. Alguns comentadores chegam ao ponto de dar a cada cor um simbolismo especial. Assim:

Velas vermelhas: representam Isaías, o profeta da vinda de Jesus.

Velas azuis: representam João Batista, precursor do Messias.

Velas rosas: representam a Mãe de Jesus.

Velas Amarelas: representam a realeza de Jesus.


ESTRELAS

As estrelas que costumam ornamentar a Árvore de Natal tem sua origem na Estrela que orientou os Reis Magos a caminho de Belém. Ao mesmo tempo recordam as estrelas que brilhavam na noite em que Jesus nasceu.


BOLAS COLORIDAS

Antigamente eram maçãs as que ornamentavam a Árvore de Natal, substituídas pouco a pouco, a partir do século XVIII, por bolas coloridas. São símbolos da abundância e das boas obras.


PINHAS

As pinhas, onde estão ocultas as sementes do pinheiro, simbolizam a imortalidade.


CARTÕES DE NATAL

A origem dos Cartões de Natal se deve a um jornal de Barcelona que, em 1831, inaugurou o uso da litografia no jornal, imprimindo um cartão para desejar um Feliz Natal a seus leitores. Este costume espalhou-se com rapidez, usando litografias onde se deixava um espaço para escrever algumas palavras. Em 1870, a introdução da cor em esta técnica revolucionou este tipo de Cartão de Natal. Por outro lado costuma atribuir-se ao inglês Henry Cole a confecção do primeiro cartão, em 1843, 12 anos depois do jornal espanhol, com os dizeres: Feliz Natal e próspero ano novo".


Fonte: www.muraljoia.com.br

Dobradura Papai Noel

Adoro Origami e andei por aí procurando um Papai Noel. Achei um fácil e lindo:
Para fazer a cabeça utilize um quadrado de 8x8 e para o corpo 12x12, caso queira um papai Noel pequeno para enfeitar a árvore. Mas se quiser um maior para enfeitar um cartão de natal, por exemplo, utilize para a cabeça 12x12 e para o corpo 20x20. Papel silueta vermelho é o ideal. Agora, mãos à obra!







Cole a cabeça no corpo e capriche na carinha!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Natal Está Chegando!

"... Então é natal e o que você fez? O ano termina e nasce outra vez... Então bom natal. E ano novo também. Que seja feliz quem souber o que é o bem."

Agora é a época em que todos se lembram da caridade, do amor ao próximo e que não devemos fazer aos outros o que não queremos que nos seja feito. Bem, é melhor que isso aconteça pelo menos uma vez no ano que não aconteça nunca.
Andei procurando uns enfeites de natal diferentes e criativos, dando preferência, é claro, a materiais recicláveis. Consegui umas idéias bem criativas e que proporcionou um trabalho em equipe democrático. Todos deram sua contribuição. Abaixo segue as fotos, pois acho que dispensa explicações detalhadas:
ÁRVORE DE NATAL FEITA COM REVISTAS



O importante é que as duas revistas tenham o mesmo tamanho;








Consiste em se fazer três dobraduras na página e ir repetindo o procedimento até completar todas as páginas da revista.






Agora é só colar uma na outra e pintar com tinta spray prata ou dourada.
Fica linda!
 
 
PRESÉPIO COM GARRAFA PET
Garrafas pets vestidas com túnicas feitas com retalhos de tecido ou tnt.
Faça as cabeças com papel amassado e cole uma carinha bem bonitinha;


Para o menino Jesus utilize um potinho de yacult. Faça a manjedoura com uma saboneteira recoberta de palha.
Utilize o fundo da garrafa para fazer as coroas dos Reis Magos;







Encape uma caixa com papel imitando pedra e arrume o seu presépio.



Prontinho!

domingo, 15 de novembro de 2009

Heróis Nacionais



Há algum tempo venho pensando em nossos Heróis, ou melhor, na falta deles. Quando era pequena estudava Moral e Cívica na escola e conheci um monte de gente que lutou por esse país desde que este era uma simples colônia. Eu era apaixonada pela nossa história!


Chegando ao ensino médio, que na minha época era o 2º grau, fizeram questão de assassinar todos os meus Heróis no meu imaginário.

Começou com D. Pedro I, o fanfarrão que não ficou aqui pelo “bem de todos e felicidade geral da Nação”, mas por amor à boa vida. Isso para não começar com Cabral errando o caminho, D.João covardão, sua mãe, que eu só sabia que era LOUCA. Nunca soube, por exemplo, que era “Rainha amante da paz, dedicada a obras sociais, que concedeu asilo a numerosos aristocratas franceses fugidos ao Terror da Revolução Francesa (1789). Nunca li em meus livros didáticos que o seu reinado foi de grande atividade legislativa, comercial e diplomática, na qual se pode destacar o tratado de comércio que assinou com a Rússia em 1789. Desenvolveu a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e a fundação de várias instituições." Não, isso eu fiquei sabendo muito tempo depois. Na escola,  só fiquei sabendo de suas desavenças com o Marquês de Pombal e de como odiou vir para o Brasil. Como se alguém que se visse obrigada a deixar sua confortável casa para morar em um barraco na favela, o fizesse com boa vontade.

Continuando a lista dos meus ex-heróis, encontramos Tiradentes, que passou a ser o “bode expiatório”, o Bobo usado pelos seus próprios companheiros; Duque de Caxias, deixou de ser um grande Estadista e passou a ser um assassino frio e cruel, a serviço do Império e da Inglaterra. Joaquim do Amor Divino Rabelo, conhecido como Frei Caneca, foi um dos lideres da Confederação do Equador que lutou contra o autoritarismo do Imperador Dom Pedro I, deste eu nem me lembro de terem falado no 2 grau. Quiseram me empurrar como heroína Chiquinha Gonzaga, e alguns outros artistas. Mas prefiro nem comentar sobre isso.


Ah, não posso me esquecer do Marechal Deodoro da Fonseca! Afinal, hoje comemoramos a Proclamação da República. Os republicanos, percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, optaram por concretizar suas ideias através de um golpe militar. Mas um golpe militar, sem os militares não existe, não é? Eles decidiram então, aproximar-se de Deodoro, homem de convicções monarquistas, e grande prestígio entre as tropas, que declarava ser amigo de D. Pedro II e de lhe dever favores. Vendo que não seria assim tão fácil convencer o Marechal, nada como uma mentirinha para acelerar as coisas. Sendo assim, “...em 14 de novembro de 1889, os republicanos fizeram correr o boato, absolutamente sem fundamento, de que o governo do primeiro-ministro liberal Visconde de Ouro Preto havia expedido ordem de prisão contra o Marechal Deodoro e o líder dos oficiais republicanos, o tenente-coronel Benjamin Constant. Tratava-se de proclamar a República antes que se instalasse o novo Parlamento, recém-eleito, cuja abertura estava marcada para o dia 20 de novembro. A falsa notícia de que sua prisão havia sido decretada foi o argumento decisivo que convenceu Deodoro finalmente a levantar-se contra o governo imperial. Pela manhã do dia 15 de novembro de 1889, o marechal reuniu algumas tropas e as pôs em marcha para o centro da cidade, dirigindo-se ao Campo da Aclamação, hoje chamado Praça da República...”
Entendeu porque no Brasil, até hoje, os fins justificam os meios? A coisa vem de longe! Faz parte da nossa cultura.

Enfim, mais um Herói brutalmente assassinado na minha História! Coitadinho de D. PedroII!

Bem, nem quero falar dos tantos outros pra não chorar. Até porque para resgatá-los, será necessário mais uns quinhentos anos de história. Não tenho tempo para isso. Gostaria de ter o direito de obter informações claras, sem parcialidades. Notícias tendenciosas são tão comuns no Brasil! É o país dos extremos: de um lado a hegemonia política que cria seus heróis; do outro, os intelectuais que só pensam em destruir esses heróis e criar os seus próprios. Adivinha quem está no meio desse "cabo de guerra"?

Por que dentre as tantas versões dos fatos ocorridos em nossa história, as consideradas corretas são as mais depreciativas?  Por que tenho que ter como herói Deodoro da Fonseca, que nem queria proclamar a república, e não D. Pedro II, que tanto amou essa pátria, e dela foi escurraçado? Ou por que devo crêr que Deodoro foi pego dormindo e teve que sair de pijama, como dizem alguns historiadores, para proclamar essa bendita República? Seja de um lado, ou de outro, por que nossa história tem que ser sempre uma sucessão de cenas patéticas? Por que insistem em desmerecer os feitos históricos desse país? A quem isso interessa de fato?Não me venha dizer que são os políticos! Até porque tudo nesse país é culpa de políticos. Mas poucos deles escrevem livros, didáticos então, que eu saiba, nenhum,  e menos ainda são educadores.

Na escola sempre se enaltece um único lado. Onde estão as cartas, os documentos, os testemunhos da época? Como vou formar cidadãos críticos, se sua formação basea-se em um determinado ponto de vista? Não é a toa que os Brasileiros tem tanta baixa estima! Assassinaram nossos Heróis covardemente, sem que tivessemos o direito de conhecê-los e julgá-los. Somos obrigados a pensar o tempo todo pela cabeça da elite dominante. Somos imbecis, sem preparo para analisar as variadas fontes de informações, sendo portanto, necessário que um pequeno grupo decida quem serão nossos heróis, ou que não teremos heróis, e ponto final.


Agora, surge em nossos livros didáticos Zumbi dos Palmares. Foi dificil encontrar um negro em nossa história para ser Herói Nacional! Mas eu nem acho tão absurdo assim, pois não os encontro entre os Brancos, como pude deixar claro acima, que dirá entre os negros! E olha que eles não foram poucos, tenho certeza! Pouca é a boa vontade em procurá-los. Em uma sociedade tão preconceituosa isso não é de causar admiração. Por falar em Zumbi, lembrei da Princesa Izabel, outra Heroína medíocre da nossa história, segundo informações recebidas através dos meus professores! Bem, sobre nosso mais recente reconhecido herói,  Zumbi, já existe uma outra versão para sua história, e algumas fontes citam Ganga Zumba, como o verdadeiro Herói dos Palmares. Mas eu que não sou louca de postar essa outra versão aqui. Quem quiser que a procure!

Por quantas gerações sobreviverá nosso herói negro?... Só o tempo nos dirá!

Pois é , meus heróis morreram de overdose de criticas, meus inimigos estão no poder, mas tenho ideologia para viver. Menos mal!

Parabéns a todos os Heróis do Brasil, conhecidos e desconhecidos, depreciados e enaltecidos, pretos ou brancos, que lutaram, erraram, mas contribuíram para a contrução desse País!

domingo, 8 de novembro de 2009

Projeto “Patrulheiros da Cidadania”

Partindo da premissa de que “todo caminho, por mais longo que seja, começa com um primeiro passo”, desenvolvemos em nossa escola (Escola Municipal Presidente Castelo Branco, no município de Mesquita, no Estado do Rio de Janeiro), um projeto que visa fornecer conhecimentos sobre cidadania. Claro, que por se tratar de um tema muito profundo e que exige mudanças comportamentais e culturais de grandes proporções, falamos de cidadania de forma bem simplificada e restrita. Mas pequenas “doses homeopáticas” de conhecimento sobre o assunto em nossas crianças fará grande diferença na formação geral do homem.

O que falta a muitos brasileiros é educação para lidar com o outro, respeito às regras de convívio, cooperativismo e entender de uma vez por todas, que o seu direito termina, onde começa o direito do seu vizinho. Levar para casa materiais de trabalho, retirados de empresas particulares ou órgãos públicos, para uso pessoal, não nos faz diferentes dos políticos que roubam milhões.

Pequenos delitos, chamados no Brasil de “jeitinho brasileiro”, são cometidos o tempo todo por boa parte da população. Carros de som acima do volume permitido por lei, lixos nas ruas e nos rios, furar filas, driblar as leis de trânsito, depredar patrimônio público, invadir propriedade privada, impedir o direito de ir e vir com manifestações, mesmo que por uma causa justa, são apenas pequenos exemplos da falta de ética, qualidade imprescindível a qualquer cidadão.

Nosso intuito é formar cidadãos críticos e interessados na vida política e social, que saiba exigir seus direitos sem jamais esquecer os seus deveres. Procuramos espalhar pequenas “sementinhas” pela nossa comunidade escolar para que ao “germinarem” possam ajudar na mudança comportamental de todo o grupo.

Só respeitamos aquilo que amamos. Só nos dedicamos àquilo que respeitamos.

Bem, agora vamos ver um pouco das atividades realizadas no nosso projeto. São inúmeras, e está só começando. Afinal, o caminho é longo e só demos o primeiro passo..




Todas as crianças se mobilizaram para entregar tampinhas de garrafas pet. Foi uma excelente oportunidade para aprenderem a contar quantidades superiores a cem.














Eles aprenderam a cantar o hino nacional, e um pouco da história do nosso país. “Somente quando aprendemos a valorizar e amar nossa pátria, aprendemos a zelar por ela como verdadeiros cidadãos.”



Todos devidamente preparados, e ostentando o crachá que os definem como “Patrulheiros da Cidadania”, marcham em direção ao pátio da escola. É hora de colocar em prática o aprendizado, primeiramente cumprindo seus deveres, para depois exigirem seus direitos. Cuidar do patrimônio público é um dever, certo? Nada como zelar por aquilo que nós mesmos ajudamos a construir, não é?



Agora é hora de dividir: Para fazer uma florzinha vou precisar de seis tampinhas. Quantas tampinhas tenho? Hum... Deixa ver... Ah!... Quantas florzinhas vai dar para eu fazer?... Quantas tampinhas sobraram? Acreditem, eles aprenderam a dividir nessa única aula!




















O sol não deu uma trégua, mas ninguém ligou para o calor!













Professoras Maluquinhas: Daniele (esquerda) e Euzinha (direita).













Ah! Não podia faltar um mural de fotos para os nossos “pequenos cidadãos” se exibirem, orgulhosos do feito!











A escola ficou linda!



Não se preocupem, tirando as professoras, nenhum ser vivo foi maltratado na execução desse trabalho! Os pregos usados para prender as tampinhas foram pequenos, alcançando apenas a camada exterior do tronco. Está camada é morta, portanto, não houve ferimentos às árvores. Quantos às crianças, elas estão com cara de quem está sofrendo?

Esse projeto continua...
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